9 de janeiro de 2013

Um Amor Que Jamais Aconteceu

                                        Capítulo III
    

     Natally acorda assustada com o celular despertando, se levanta ainda meio sonolenta, toma um banho se arruma e vai para o trabalho. Chegando lá todos perguntam se ela está bem e por que ela havia faltado sem nenhuma explicação. Ela simplesmente responde que não estava se sentindo bem e entra em sua sala. 
   Nem mesmo Natally sabia  o real motivo dela não ter sentido vontade de sair de casa e muito menos da cama, ela sentia que estava diferente, apenas não sabia como nem por que. Ela pensou em procurar ajuda, mais no que poderiam ajuda-lá sendo que nem ela sabia o que tinha, procurar ajuda de quem? Natally deixou esses pensamentos de lado e se concentrou em seu trabalho, tinha muita coisa para fazer. 

                                       ....

  Ano de 1996. 
   - Pegue suas coisas e saia já dessa casa, não quero você mais morando aqui! Desapareça! 
  - Não tem problema estou saindo agora! Nunca mais eu volto! Você nunca mais vai me ver!

  Natally saiu batendo a porta com uma pequena mala sem saber para onde ir, lembrou-se então da sua amiga Laine chegou lá chorando sem conseguir dar nenhuma explicação. Laine não fez peguntas, sabia como era a relação de Natally com a mãe dela, amparou a amiga e a fez se sentir em casa. Uma semana depois Natally já estava bem bastante para procurar um lugar para morar, não podia ficar ali na casa da amiga por muito tempo, mesmo sendo aconchegante sentia que estava incomodando. Natally alugou um flat, simples em um bairro distante do centro da cidade, mais era o que o dinheiro dava para pagar. Em menos de dois meses Natally já estava com seu flat imobiliado, eram coisas simples mais compradas com muitos esforços. 

                                        ....

   - Natty... Natally! 
   - Oi, desculpa estava concentrada aqui. - respondeu Natally se levantando em direção da secretária que estava em sua porta com uns papéis. 
   - Estava longe! Pensando no que? Ou diria em quem? - perguntou Jully com ar de malícia.
  - Que isso Jully! - ela diz espantada - muito trabalho, obrigada. 

 Natally volta para sua mesa arruma os documentos se levanta e vai embora. No caminho ela pensa em ligar para Tifanny e ver se ela quer sair, comer algo fora ou alguma coisa parecida, Natally precisa de uma distração.
 - Alô, oi Tifanny está em casa? 
 - Oi Natty estou sim, mais estamos indo em um barzinho quer ir?
 - Concerteza, nem vou em casa eu te encontro lá. Vocês vão naquele barzinho de sempre?
 - Sim! Até daqui a pouco então.

  Natally chega no barzinho Cido e alguns amigos dele já estão lá, logo depois Tifanny chega e eles ficam ali até tarde conversando, bebendo e rindo. Natally se diverte tanto que a meses não se sentia tão bem como naquele dia, estava feliz por Deus ter colocado amigos tão maravilhosos. Foram para casa, estavam todos bem alegres, Cido como sempre fazendo palhaçadas na rua e fazendo todos sorrirem ainda mais. 
  Eles se despedem dão Boa Noite e cada um vai para teu quarto, Natally toma um banho e dorme feliz.     



Continua...


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6 de janeiro de 2013

Um Amor Que Jamais Aconteceu

                                             Capítulo II

     Depois de um banho longo Natally se deita, fica olhando para o nada, tentando compreender todas aquelas mudanças que estão acontecendo em sua rotina, se recorda de quando era criança o quanto desejava ser "adulta", e agora sendo "adulta" não está sabendo lidar com as inúmeras transformações, ansiedade, desejos e frustrações que esta tendo no momento. Gostaria muito que tudo fosse mais simples, sente vontade de ficar ali deitada e esperar tudo se resolver mais sabe que as coisas não acontecem assim, ela precisava encontrar forças e uma motivação para fazer a diferença.
    
  O relógio despertou Natally apenas o desligou, não quis saber que horas eram, jogou a coberta por cima do rosto e ali ficou, não sentiu vontade de levantar e muito menos de conversar com ninguém, desejava apenas ficar ali, quieta, aprofundada em seus pensamentos. 
  - Natty.. Natty... Natty!! Natally acorda!! Você está atrasada! - Era Tifanny, com aquela voz calma chamando ela insistentemente. Natally se descobre e ainda com a visão ofuscada pela claridade apenas diz com uma voz de tristeza:
 - Não vou hoje. 

   Tifanny achou estranho, nunca havia visto a amiga daquele jeito, ela nunca faltara nenhum dia de trabalho, acordava sempre sorridente e chegava em casa sempre com muitas novidades para contar, porém nos últimos dias Natally estava diferente, sempre calada, com uma aparência de tristeza, isso a deixou preocupada. 

  Natally não se preocupou com nada, levantou trancou a porta desligou o celular e voltou para a cama, o único lugar onde a fazia se sentir bem no momento e ali ficou o dia inteiro ouvindo o barulho da chuva caindo e imaginando coisas que poderiam jamais acontecer, e pensando como poderia ter sido diferente se ela não tivesse se casado, talvez ela não estivesse ali naquele momento nem tendo aqueles pensamentos. Fechou os olhos e adormeceu. 

  - Natally... Naty.. Natty!! Natally!!!! - gritou Tifanny, desesperada tentando acordar Natally. 
  - Hm! - balbuciou, ainda atordoada e com sono. 
  - Caramba! Você dormiu o dia inteiro Natally! Achei que estava desmaiada, te chamei várias vezes! O que esta acontecendo?! - disse Tifanny com voz de preocupação.
 - Ah... Eu estou bem, só estou cansada.
 - Cansada Natty? Você dormiu o dia todo, você nem comeu, não levantou nem para tomar um banho, você não é assim, tem algo errado. - enquanto Tifanny falava, ela ia abrindo as janelas, as portas e ficando cada vez mais preocupada. - Olha Natty vou descer e fazer algo para a gente comer, tome um banho, te espero na cozinha. 
 - Tá, estou indo - respondeu se jogando na cama e voltando para seus pensamentos.
     Natally estava se sentido um pouco fraca, mais não sentia fome, preferiu se levantar antes que sua amiga voltasse e visse que ela nem havia saido da cama ainda, tomou um banho e foi para cozinha. Chegando lá estavam todos sentados na mesa conversando, todos a olharam assustados, ela parou na porta e disse:
 - O que foi? Parecem que vocês viram um fantasma!
 Cido respondeu:
 - A fantasma mais linda! - soltando uma gargalhada e se levantando para abraça-lá - Natty você esta com uma aparêcia ótima! Está mais para uma difunta do que para uma fantasma. 
Cairam todos na risada, Cido era sempre assim, alegre, era impossível ficar calada ou triste perto dele. Cido era moreno alto, extrovertido, sempre contava alguma piada que muitas vezes riam mais do jeito que ele contava do que da própria piada.

  Natally acendeu um cigarro e foi para varanda, o cigarro de alguma forma acalmava ela, ficou parada ali olhando para as estrelas enquanto o vento batia em seu rosto e deixava seus longos cabelos loiros voando, sentindo aquele cheiro de flores que o vento trazia, respirou fundo e estava decidida deixar tudo aquilo e seguir uma nova etapa em sua vida.

 - Natty vamos comer, está pronto. 

 Tifanny havia feito uma sopa que estava muito gostosa, todos comeram e riam juntos. Natally se despediu e subiu para seu quarto, se trocou, deitou e adormeceu.    




Continua...

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5 de janeiro de 2013

Um Amor Que Jamais Aconteceu

                                              Capítulo I 

      O dia está chuvoso, céu nublado um típico dia de inverno em Berlim. Natally ainda está deitada olhando para o relógio aproveitando os seus últimos minutos em sua cama aconchegante e super aquecida com as cobertas de lã que havia ganho do pai, enquanto se prepara psicologicamente para se levantar e enfrentar o frio e mais um dia de trabalho. 
        Natally se levanta passa pela amiga com quem divide o quarto, sussura um "Bom Dia". Tifanny também é de poucas palavras quando acorda, magra, pele bem branquinha, cabelos pretos longos, ela viera de uma cidade pequena onde morava com os irmãos, veio para estudar, trabalhar e ter uma vida melhor da que tivera quando criança. Natally terminou seu banho, enquanto se arrumava ficou pensando o quanto estava insatisfeita com a vida que estava tendo, desejava a todo momento que tudo fosse diferente, veio de uma cidade com poucos recursos crendo que ficando mais perto de seu pai pudesse a fazer se sentir melhor, algo que não aconteceu com as inúmeras crises e desacordos que eles tiveram,  seu pai é um homem muito requisitado, sem tempo, estava sempre trabalhando.
 No caminho do trabalho, sentindo aquele vento gelado batendo em seu rosto, Natally ficou imaginando um delicioso café com leite quentinho e quanto estava gostoso ficar deitada embaixo das suas cobertas.
 Natally trabalha em uma conceituada empresa onde mora, está no trabalho à um bom tempo, porém anda cansada demais devido o trabalho sugar todas as suas energias e paciência. 

                                         ....
"Março de 1998, cansada de ser traida e das brigas no casamento Natally decide se separar e ir embora para Berlim, fez de tudo o que podia para ser feliz, achava que havia descoberto o que era o amor, mas na verdade apenas descobriu mentiras e desilusões. Vivera um grande pesadelo enquanto estava casada, trabalha e estudava para manter a casa."

                                          ....

Natally termina seu almoço rapidamente quando se dá conta que já esta atrasada, volta para sua sala, precisa adiantar alguns relatórios que havia começado. 
Chegando em casa encontra com algumas das muitas pessoas com quem mora. 
  - Oi Natty, nossa menina que cara é essa?! - disse Cido, abraçando ela com força e rodando pela sala. 
 - Cara de quem está cansada, com fome e com frio!! - respondeu soltando um belo sorriso e retribuindo o abraço. 
- Natty combinamos de ir em um barzinho hoje, reunir o pessoal e jogar conversa fora, vamos?
- Ah! Não vou Cido, estou muito cansada, quero ficar em casa, mais vão e se divirtam-se! - Disse Natally subindo rapidamente para seu quarto antes que ele insistisse e acabara a vencendo pelo cansaço, ele sempre fazia isso com ela, e sempre conseguira tirar ela de dentro de casa, mais naquele dia ela deseja mesmo ficar sozinha, havia muitas coisas em que ela precisa pensar e decidir o que iria fazer. 
Tomar decisões nunca foi o forte de Natally, ela nunca teve que tomar decisões que pudessem mudar sua vida por um longo tempo, mais ela tinha que dar um jeito de fazer algo que a deixasse feliz.     



Continua... 

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24 de dezembro de 2012

Natal? E daí?

Natal, o que é o Natal para você??

Natal, na minha opnião, um dia foi muito importante, quando eu era criança e não tinha noção das coisas, era inocente, achava que tudo era lindo e perfeito, ficava o ano inteiro sem falar com pessoas da família e torcendo para o tão esperado Natal chegar só para reunir todos.

Eu só não tinha noção da falsidade que havia por trás de tudo isso, com o tempo você vai percebendo que Natal não é nada mais do que uma data comum, Natal é um dia falso, que pessoas que passaram o ano inteiro sem falar com você, sem ao menos mandar uma mensagem, muito menos lembraram do seu aniversário, vem te abraçar, dizer como você cresceu, e começa aquelas perguntas idiotas e desnecessarias, típico de pessoas que não tem o que perguntar e muito menos do que falar. 


Se você for pensar bem Jesus nem nasceu dia 25, e essa data é usada para compartilhar a falsidade entre familiares e "amigos", é usada também para bebidas e acidentes. 

Dia 25 de Dezembro e dia 1° de Abril são duas datas incrivéis!  

Poderia juntar as duas datas e se comemorar em uma apenas. Por que dia 25 de Dezembro você presencia Falsidade e Mentira. 


Não me importo se você não gostou desse post, o blog é meu por isso posto o que eu quero. 

Obrigada a Todos que visitaram e aos e-mails de elogios, e as críticas que recebi por e-mail foram boas também! 


E que Venha 2013! :)

27 de novembro de 2012

Os Opostos

Não existe ninguém perfeito. Existe apenas pessoas que fazem com que as nossas imperfeições se tornem qualidades. 

Tem um trecho de uma frase que eu sempre lia e nunca conseguia compreender, que diz assim "- o que você viu nele? - aquilo que faltava em mim." 
Eu ficava pensando, "o que falta em mim?", sentia uma necessidade de descobrir para saber o que eu estava procurando. 

Imagina então, que faltava amor, carinho, atenção, compreensão, paciência. Na verdade não faltava, eu tinha tudo isso e deseja ter tudo isso, demorou muito para compreender que quando se diz "-aquilo que faltava em mim", na verdade está querendo dizer "-o oposto à mim". 

Analise o Ogro e a Fiona. O Ogro é grosso, bruto, fala o que pensa, não demonstra sentimento por ninguém, não tem paciência, tem um amigo burro muito chato, porém ele tem coração e sentimentos, ele também é capaz de amar. A Fiona é sensivel, pensa antes de falar, demonstra o que sente sem medo, é super paciente. 
 E os dois se amam, eles mesmo com as diferenças se tornaram perfeitos um para o outro. 

Isso acontece com as pessoas, ás vezes buscamos incansavelmente pessoas que sejam iguais a nós, que nos de carinho, atenção, mas mesmo encontrando não ficamos satisfeitos, ainda falta algo. 

Por isso não procure a pessoa certa, não procure por ninguém, por que quando você menos imaginar a pessoa "errada" vai aparecer na sua vida, e vai fazer de seus dias os mais felizes. Aquela pessoa que você diz "jamais daria certo, ele é o meu oposto, ele curte rock e eu pagode", pode ser a metade que faltava em você, não se esqueça que os opostos se atraem. 



Lembre-se: Para toda tampa existe uma panela da mesma forma que para todo Ogro existe uma Fiona
.




Obrigada pela visita :D 
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11 de novembro de 2012

Sabe...

Sabe aquela garota que te liga para saber como você está? 
Sabe aquela garota que te manda mensagem te desejando Bom Dia, Boa Tarde ou Boa Noite?
Sabe aquela garota que te pergunta se você comeu?
Sabe aquela garota que te pergunta se você dormiu bem? 
Sabe aquela garota que pergunta como foi o seu dia?
Sabe aquela garota que presta atenção em cada gesto que você faz? 
Sabe aquela garota que escuta sempre atentamente tudo o que você tem pra dizer?
Sabe aquela garota que é sempre compreensível com você?
Sabe aquela garota que sempre entende o seu lado?
Sabe aquela garota que sempre se preocupou com você?


Pois é, essa garota hoje chora todas as noites, por que quando ela precisou de um Bom Dia, Boa Tarde ou Boa Noite, você a ignorou, quando ela precisou da sua atenção, quando ela precisou que você a ouvisse atentamente tudo o que ela tinha pra dizer, quando ela precisou que você fosse compreensível, que você ficasse ao lado dela e que você se preocupasse com ela, você simplesmente se afastou, você a julgou, você não se importou, você virou as costas e foi embora deixando para trás uma pessoa que sempre esteve ao seu lado, em todos os momentos. 


Sabe o que essa garota é hoje? Uma mulher fria, insensível, não se importa mais com ninguém. 
Mas mesmo sendo fria e insensível, ela ainda chora até hoje todas as noites antes de dormir, e ela ainda imagina seu futuro ao seu lado. 



Burra ela né? Não. Ela Te Ama.

Sabe quando você vai perceber isso? 

Quando você ver ela namorando, noivando e se casando, quando você ver ela tendo um filho e colocando o seu nome nele, quando você colocar sua mão na consciência e começar a ver as coisas como elas realmente são, quando você parar de bancar o durão e tiver coragem de assumir o que sente, quando você parar de se preocupar no que os outros irão pensar. 

Só que aí poderá então ser 

tarde demais...

6 de novembro de 2012

Caixa do Desapego

Caixa do Desapego, como seria isso? 
É simples, pegue duas caixas, o tamanho delas irá depender de você, irá depender apenas do tamanho de suas aflições, desejos e emoções. Pegou? Vamos lá.

Na primeira caixa você irá colocar todas as pessoas que você mais ama e que faz você feliz, vai colocar todos os momentos alegres, todos os risos, todas as brincadeiras bobas que quando você se lembra você começa a rir, vai colocar os sentimentos puros, sinceros e verdadeiros. 

Colocou?

Agora na outra caixa você vai colocar todas as pessoas que te magoaram, todas as lágrimas de tristeza que você derramou e ainda quer derramar, vai colocar as pessoas que te deixaram com raiva, vai colocar os momentos ruins e triste que você passou, vai colocar as dores, as angústias, as aflições, as mágoas, o ódio, coloca tudo ali dentro daquela caixa, chore muito encha essa caixa com lágrimas tristes tire de dentro de você tudo aquilo que te faz mal, tudo aquilo que te faz sofrer, tudo aquilo que por dias ou apenas por alguns minutos escondem o seu sorriso, tire lá do fundo do seu coração aquela lembrança ruim que insiste em aparecer. Coloca tudo ali dentro. Chore, chore sem medo, sem receio, sem vergonha. Chore muito.

O que sobrou? Nada né?! Nem alegria nem dores. 

Agora você vai pegar a primeira caixa e vai abri ela bem devagar, e vai tirando tudo que você colocou, um de cada vez, e vai devolver para você, devolva o sorriso, os dias alegres, as pessoas que você ama e que te faz sentir bem, devolva os momentos bobos que só você entende e dá risada quando lembra, devolva o amor que você sente por estar viva, devolva os amigos loucos que você tem, devolva o sol que brilha todos os dias, devolva a lua que ilumina suas noites, lembre-se daquelas pessoas e daqueles momentos divertidos, lembre-se das piadas sem noção daquele amigo mais sem noção ainda que você tem, lembre-se dos bola fora que você ou seu amigo (a) dão lembre-se dos seus amigos caindo e você morrendo de dar risada lembre-se de tudo que te faz bem. Lembrou?

Garanto que agora em lugar de lágrimas você está sorrindo igual uma boba, está sorrindo por que concerteza se lembrou de algum momento engraçado.

A outra caixa? Que caixa? Ahh a caixa de tristezas... São tantas alegrias que havia me esquecido dela. Você também se esqueceu? Pois é, enterre ela e esqueça que um dia ela existiu, e quando ela quiser se desenterrar você corre e abre a caixa da alegria e deixa o sorriso tomar lugar das lágrimas, e se forem cair lágrimas, que sejam de alegrias!!

Sorria agora, hoje, amanhã e depois, depois, depois, depois... Não importa se você está passando por uma fase ruim, apenas sorria, sorria para vida, sorria das suas dificuldades, por que assim você encontrará forças para vencê-las.

Sorrir é igual dipirona, é ruim, azedo mas é bom não é? Então, sorrir quando se está triste e complicado, mas é muito bom!!

Ops! Você nem lembra mais da primeira caixa né?! Parabéns você se desapegou de tudo que está lá dentro.

Agora dá aquele sorriso vai, só um sorrinho, por favor... Isso mesmo, quero te ver sorrindo sempre! :D